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Lançamento: “Assassinatos no Brasil Colonial”

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Em um passado longínquo, Dom João VI tomava seu desjejum quando teve conhecimento, por meio de um dos seus mensageiros, de que uma estranha morte havia acontecido na realeza. A jovem Leonor, dama voluptuosa que cuidava de suas filhas, perecera em seus aposentos. O médico que a viu no pós-morte não constatou nada de errado em seu corpo, e logo toda a corte se perguntava o que teria acontecido a ela.

A curiosidade em cima da morte de Leonor durou cerca de quatro dias, quando surgiram notícias de uma segunda morte: Afonso, professor de equitação dos príncipes, fora encontrado morto no estábulo, ao lado do cavalo mais valioso de Dom João VI. Ao contrário de Leonor, que não possuía sinal dos motivos que a levara a morte, Afonso estava deitado em cima de uma vigorosa poça de sangue, oriunda de um corte profundo em sua garganta.

Os dias se passaram e, a cada manhã, Dom João VI aguardava a notícia de mais mortes. Os guardas contaram catorze assassinatos, todos silenciosos e, muitas vezes, sem qualquer vestígio. Alguns mortos pareciam estar somente dormindo em suas camas, como se fossem acordar a qualquer momento. Outros, se afogavam em seu próprio sangue.

Não havia um padrão nos crimes.

O rei mandou interrogar cada morador e trabalhador do palácio, mas ninguém parecia suspeito. Mulheres choravam, temerosas, e homens olhavam de um lado para o outro, preocupados em serem as próximas vítimas. Dom João VI ordenou que o assassino fosse encontrado a todo custo, oferecendo aos guardas, não somente uma boa quantia em ouro, como também títulos de nobreza a quem desvendasse o mistério.

Quem seria o(a) assassino(a) da realeza?

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Lançamento: “Dinheiro nasce em árvore?”

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Dinheiro nasce em árvore?” é o primeiro livro infantil de Carol Sandler, jornalista e fundadora do Finanças Femininas, o primeiro portal focado em educação financeira para mulheres.

Os anos de experiência falando sobre finanças para o público feminino, onde suas leitoras compartilharam histórias de dívidas exorbitantes, relacionamentos conturbados, compras compulsivas, dentre outras histórias, mostraram à Carol sobre a importância de falar sobre educação financeira para um público cada vez mais novo.

Inspirada nas dificuldades que várias mães tem de falar sobre dinheiro com os filhos, Carol Sandler criou a história “Dinheiro nasce em árvore?” como uma forma de auxiliar pais e mães a ter essa conversa tão complicada com as crianças

RESUMO DO LIVRO


Bia é uma menina muito inteligente e criativa, que adora brincar com quebra-cabeças! Certo dia, está passeando com sua mãe pelo shopping quando avista um jogo super divertido, mas tem um problema: seu aniversário teria acabado de passar e ela já havia ganhado muitos presentes! E agora? Como fazer para conseguir o brinquedo tão desejado? Por que sua mãe não poderia dar o presente para ela?

A partir daí, Bia descobre um mundo totalmente novo e diferente: o mundo do dinheiro!

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Lançamento: “Pétalas de cerejeira”

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Esse é o início de uma coleção. Mas não uma coleção comum, e sim muito especial: uma coleção sobre deusas feita somente por mulheres fortes como as que serão retratadas.

Cada volume abrangerá uma mitologia, e o primeiro contará histórias sobre as divindades femininas da mitologia japonesa.

Como quase todas as mitologias, os contos da mitologia japonesa incluem um grande número de deuses, deusas e espíritos, e a maioria das histórias diz respeito à criação do mundo, à fundação das ilhas do Japão e às atividades de divindades, seres humanos, animais, espíritos e criaturas mágicas.

São histórias pouco conhecidas, porém belíssimas, cheias de significados e elucidações para um povo milenar, que até hoje nutre por tais aventuras e desventuras um fascínio honroso e duradouro.

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Lançamento: “Lendas Urbanas: os medos são reais”

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Lendas Urbanas são um mistério. Será que de fato aconteceram ou são criações do imaginário popular? Não se sabe exatamente onde surgem essas histórias, mas são narradas como tendo acontecido a um “amigo de um amigo” e caem no conhecimento público. Fica difícil determinar até que ponto elas são reais ou não. Entretanto, existem até os que juram que elas aconteceram mesmo.

Elas são pequenas histórias de caráter fabuloso ou sensacionalista, amplamente divulgadas de forma oral, por e-mails ou pela imprensa e que constituem uma espécie de folclore moderno.

Quem nunca ouviu falar da Loura do Banheiro, do Homem do Saco ou do cara que acorda em uma banheira cheia de cubos de gelo e sem um rim? Quantas mães e pais orientaram seus filhos a não falarem com estranhos na rua, pois havia uma quadrilha que sequestrava crianças e vendia os órgãos?

Uma coisa é certa, real ou não, as Lendas Urbanas refletem preocupações reais do mundo moderno. O Brasil é cheio dessas lendas, vamos trazê-las à tona e desvelar os terrores mais profundos.

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Lançamento: “Um libreto e cem sonetos”

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A antologia “Um libreto e cem sonetos” é composta por 100 poemas em forma de soneto, com tema livre. Novos poetas brasileiros juntam-se a grandes nomes da literatura em uma antologia de sonetos.

O soneto (do italiano sonetto, pequena canção ou, literalmente, pequeno som) é um poema de forma fixa, composto por quatorze versos (linhas), divididos em quatro estrofes, sendo dois quartetos – com quatro versos – e dois tercetos – com três versos.

Os dois quartetos devem ter o mesmo par de rimas, podendo ser alternadas (abab/abab), emparelhadas (aabb/aabb) ou interpoladas (abba/abba). Nos tercetos há uma maior liberdade para as rimas variando conforme o soneto, exemplos: (cdc/ede), (ccd/dee), (cde/edc), (cdd/eec), (cdc/dcd). Normalmente, os sonetos são decassílabos ou dodecassílabos, versos com 10 sons e versos com 12 sons, respectivamente.

Abaixo a lista de sonetos presentes no livro e seus respectivos autores:

Alec Silva A feira de Scarborough I
Alec Silva A feira de Scarborough II
Alessandro José Padin Ferreira Dorme com sede
Álvares de Azevedo Pálida, à Luz da Lâmpada Sombria
Amadeu Amaral Minha alma é uma casa abandonada
Ana Flávia Brandão Alves Soneto da moça do girassol
Ana Paula Del Padre Panapaná
Ana Paula Del Padre Saudosa infância
Ana Paula Del Padre Soneto de Silêncio
Aparecida Batista Dias de Araújo Soneto do Adeus (Romeu e Julieta)
Aparecida Batista Dias de Araújo Soneto do Apaixonado
Augusto dos Anjos Versos Íntimos
Belmiro Braga Risália
Bruno Miranda Soneto do Amor a Dois
Carol Amantino Fogo em brasa
Castro Alves Dulce
Castro Alves Último fantasma
Chievato Lerini Luto
Chievato Lerini O Tempo e a Ansiedade
Coelho Neto Ser Mãe
Cruz e Souza Acrobata da Dor
D.D Simpleton Precatórios
Damião da Silva Monstros
Danilo Disessa Onde depositaste tua fé
David Ehrlich O Sábio da Montanha
Edilaine Cagliari Soneto da vida simples
Edilaine Cagliari Soneto do futuro que ficou para trás
Edson Amaro de Souza Madame Satã
Edson Amaro de Souza São Francisco de Assis de Ouro Preto
Eduardo Barchiesi Progresso
Eduardo Barchiesi Simples Olhar
Edweine Loureiro Soneto a uma paixão brasileira
Ello Zerbeto Soneto ele
Eugênio de Castro Verdadeiro Amor
Felipe Vieira Criança da Primavera
Fellipe Gualberto Conexão Jundiaí-Bauru
Florbela Espanca A minha piedade
Florbela Espanca Eu
Francisca Júlia Rústica
Francisco Otaviano Morrer… Dormir…
Gabriela Bilangieri Soneto da Falta de Empatia
Gercilí Barros Lídia
Gercilí Barros Sem Samba e Amor
Gil Mar Solidão
Guilherme Aniceto Ruge o vento
Hannah Carpeso Eu… não
Hannah Carpeso Fantasia
Hannah Carpeso Segunda Chance
Irene Curcelli Soneto da Busca!
Iris Franco O café
Jaime de Andruart A Neblina Purpúrea
Jaime de Andruart O Último Mortal
Jeane Tertuliano da Silva Eterno Desabrochar
Jeane Tertuliano da Silva Eu, náufrago
Jeane Tertuliano da Silva Soneto da Desilusão
João Paulo Celestino Lima Defunto de festa
Juliana Karol de Oliveira Falcão No sobe e desce das ondas
Juliana Karol de Oliveira Falcão Podridão
Junior Carioca Soneto ao meu amado Brasil
Junior Carioca Soneto do Amor Platônico
Leandro Carvalho Braga Soneto da Busca
Leonardo Antonio Barnadas Angioletti A flâmula flamejante
Luciana Brune Desafio de um novo tempo
Luís de Camões Amor é fogo que arde sem se ver
Luís de Camões Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Luis Parente Soneto Trivial
Machado de Assis Círculo Vicioso
Machado de Assis Soneto de Natal
Márcio Fabiano Monteiro Alexandrino
Márcio Fabiano Monteiro Eternizar
Mardenia Maria de Sousa Magalhães Soneto ao teu sorriso
Mari Barani Reparação
Maria Catarina de Sousa Martins Canas Procuro
Maria Patrícia Amor verdadeiro
Maria Patrícia Povo Lutador
Mário de Andrade Artista
Matheus Grasso Kauppinem País do Futebol
Matheus Grasso Kauppinem Quando?
Mónica Elisabete Braga Margaride Sonho Perdido
Nilsa M. Souza Paixão
Olavo Bilac Ouvir Estrelas
Paulo Cezar Tórtora O que restou
Paulo Cezar Tórtora Pedra
Priscila Morais Soneto da Despedida
Rafael Santana Lua
Raul de Leoni História Antiga
Rodrigo Barros Confinamento
Rodrigo Barros Janaina
Rozz Messias Instante de amor
Rozz Messias Partida
Rozz Messias Vamos voltar
Selene Sodré História
Sérgio Hartmann Soneto da imortalidade
Sérgio Hartmann Soneto do amor oculto
Tatiana Alves Alvorecer
Tatiana Alves Nunca mais
Tatiana Alves Soneto do amor errante
Vera Fontana Horizonte invisível
Vera Fontana Sinfonia da vida
Vera Fontana Sonho de amor

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Lançamento: “Músicos & Poetas: Cartola”

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Cartola Editora anuncia a coleção Músicos & Poetas. O projeto retrata 25 compositores que fizeram sucesso na música popular brasileira, do Forró ao Rock n´ Roll. Cada volume terá vinte histórias inspiradas em vinte músicas de cada artista, uma maneira que a editora encontrou para homenagear músicos e poetas do Brasil.

Cada história é retratada por um autor diferente, todos eles já publicados pela editora e convidados para o projeto. Os exemplares, que fazem parte das recompensas, são em uma versão especial para colecionador, em capa dura, com direito à aquisição de um box para guardar a coleção de 25 volumes ao final do projeto. Posteriormente os livros estarão à venda em brochura, mas somente no financiamento poderão ser adquiridos em versão de luxo e com o box.

Um novo volume será lançado a cada três meses. O primeiro livro será uma homenagem ao Cartola, músico e compositor, fundador da escola de samba Estação Primeira de Mangueira.

Além de Cartola, serão retratados os artistas abaixo em ordem alfabética (a ordem de publicação será definida conforme o lançamento do próximo livro):

Adriana Calcanhoto, Belchior, Caetano Veloso, Cazuza, Chico Buarque, Chico César, Djavan, Gilberto Gil, Gonzaguinha, Jorge Ben Jor, Luiz Gonzaga, Marina Lima, Marisa Monte, Milton Nascimento, Noel Rosa, Paulinho Moska, Raul Seixas, Rita Lee, Roberto Carlos, Tim Maia, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Zé Ramalho e Zeca Baleiro.

Todos os volumes terão uma pequena biografia do compositor e a musicografia completa das músicas presentes no livro.

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Lançamento: “Duologia poética”

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Uma duologia poética: dois livros, muitas histórias, dezenas de versos e uma só poetisa. Há um ano, a autora debutava com o romance “Quando se (des)encontra o amor”, publicado pela Cartola Editora e agora, Nilsa lança simultaneamente dois livros de poesia:

Em tempos modernos, com a correria do dia a dia, deixamos passar momentos importantes de nossas vidas e esquecemos o que realmente importa. Não temos tempo para aqueles que amamos e até para nós mesmos. Nesse livro, Carta Aberta, a poetisa nos convida a refletir sobre nossa existência, a falar sobre nossos sentimentos mais profundos e ouvir aqueles que estão ao nosso redor. Quando sentirmos a vida que está em nós e que está ao nosso redor e observarmos as nuances, poderemos descobrir quem somos e do que gostamos, e assim faremos escolhas melhores.

Na poesia Carta Aberta, que empresta o nome ao livro, a poetisa abre seu coração ao mergulhar em seus sentimentos mais intrínsecos, trazendo um pedido por atenção ao seu futuro. Ao mesmo tempo essa poesia é um chamamento para que as pessoas também digam, àquelas que as amam, o que elas querem, o que elas gostam. Nos lembra o quão importante é sermos sinceros, falarmos do que precisamos, pois as pessoas não podem adivinhar o que queremos. Em outros momentos ela nos lembra que é preciso ser solidário nesse mundo caótico, como nas poesias “Dói Muito” e “Ontem”. E que devemos viver intensamente, superar as dificuldades a cada dia. Confiar que o amor sempre vence e que o amanhã será melhor.

Vi(n)das de mim é uma coletânea de poesias que trata dos sentimentos mais intrínsecos que, às vezes, deixamos saltar para as páginas de algum rascunho; ou mesmo para nossas conversas com os amigos. Há aqui amor, tristeza, sofrimento, alegria, enfim, um emaranhado de sentimentos que nos faz refletir sobre a vida. A linguagem simples utilizada pela poetisa facilita a nossa identificação e aproximação desses sentimentos em nossa própria vida.

A obra foi cuidadosamente dividida em três partes, sendo:

Um Olhar Intrínseco – uma viagem ao nosso Eu angustiado, triste e ao mesmo tempo desesperado para achar uma saída, como na poesia “Angustia” em que descreve com esmero a dor que muitos sentem e não conseguem explicar;

Quereres de Mim – traz a esperança, a busca desesperada pela paz e pelo amor e a poesia “20 Minutos” nos leva a refletir sobre o tempo quando diz que qualquer tempo é tempo, precisamos apenas tentar utilizá-lo de maneira sábia;

De Mim Pra Você – é um presente a nós leitores, em que poetisa nos apresenta tipos de amor e nos convoca a acreditar que é possível amar e que cada um tenha um amor para chamar de Seu.

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Lançamento do livro “Memórias de Rigel”

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Devido à sua facilidade de estar em transe xamânico, estado conhecido como “Hellen”, Elliod é escolhido para liderar espiritualmente sua tribo, no primitivo planeta Merak. Ainda inexperiente com suas habilidades, ele viola um tabu ao contar uma história proibida e como punição, os fundamentalistas da aldeia o proíbem de acessar o Hellen. Após um período de isolamento, uma inesperada tragédia o faz confrontá-los.

Caminhando entre o Hellen e a realidade, Elliod precisará encontrar coragem para vencer seus medos e avisar sobre um cataclismo iminente que causará a morte de todos no planeta.

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Lançamento do livro “Desenho de Giz”

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Anne e Isabel iam todos os dias para a única escola em Vila do Encanto, onde se conheceram e embarcaram juntas em uma aventura diária: liam histórias de amor no grande campo verde da vila. Quando Isabel adoeceu, faltou às aulas e ao encontro no campo. Ali, elas descobriram, por fim, o que realmente sentiam uma pela outra: Amor. O incrível, empolgante e saudoso primeiro amor.

Anne ainda se impressionava quando ouvia a amiga falar, pois falava com tanta emoção e convicção, que parecia saída de um livro encantado. Ela inspirou profundamente o ar puro do campo e o cheiro da amiga. Em seguida sorriu para Isabel, que lhe sorriu de volta, com um olhar tão apaixonado que foi impossível, para ambas, passar despercebido.

Elas ficaram sem graça por um momento; Isabel abaixou a cabeça e Anne ficou olhando a sua volta. Segundos depois começaram a discutir sobre os livros de Jane Austen.

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Lançamento do livro “Lascívia”

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A palavra erotismo vem do francês “érotisme”, que significa “desejo amoroso”. O erotismo é o estímulo sexual sem apresentar o sexo de forma explícita, que é o que o diferencia da pornografia. O termo não representa apenas um estado de excitação sexual, mas também a exaltação do sexo no âmbito das artes, como na literatura e na pintura. E é justamente através desse apelo artístico que o conteúdo erótico se distingue da pornografia, na qual tende a haver uma maior preocupação sexual do que estética.

As primeiras representações artísticas de clara intenção erótica foram realizadas pelos Gregos e Romanos. Estas se encontram nas ornamentações de vasos de cerâmica, em pinturas murais, como nos frescos da Villa dos Mistérios em Pompeia (Museu Secreto de Nápoles) e nas esculturas inspiradas em cenas mitológicas de jogo amoroso.

Na literatura, é preciso distinguir a ficção poética das que possuem sentido didático, como o Kama Sutra. O Cântico dos Cânticos (ou Cantares de Salomão), quarto livro da terceira seção da Bíblia hebraica e um dos livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento da Bíblia cristã, possui em sua composição uma profunda dimensão erótica.

A poesia erótica encontrou no mundo romano uma nova dimensão ao incorporar elementos da linguagem coloquial que facilitaram a expressão da sensualidade. Durante a Idade Média, o gênero evoluiu para uma liberdade maior na poesia dos goliardos, ao mesmo tempo em que surgiu quase contemporaneamente a poesia do amor cortês, em que a inspiração erótica acontecia de uma forma altamente sublimada e codificada, sendo reflexo da sociedade feudal e cavalheiresca na qual se desenvolveu. No Renascentismo e no barroco, a poesia erótica atingiu o seu último momento de esplendor, pois nos séculos seguintes perdeu a sua especificidade como gênero distinto da poesia amorosa. Nos séculos XIX e XX o gênero foi cultivado por um extraordinário número de escritores, como Oscar Wilde e Alfred de Musset, mostrando vitalidade diferente das de outras narrativas.

O objetivo da Cartola Editora nessa obra é trazer ao público novas narrativas do erotismo, com contos que levem à excitação sem apresentar o sexo de forma explícita, queremos sensualidade e não contos eróticos.

E por que “Lascívia”? A palavra é sinônimo de luxúria, uma emoção de intenso desejo pelo corpo. Segundo a doutrina católica, é um dos sete pecados capitais e consiste no apego aos prazeres carnais, corrupção de costumes; sexualidade extrema e sensualidade.

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