Nada inspira mais os trovadores do que uma boa fogueira onde ao redor se possa contar histórias sobre castelos e dragões. Quem nunca sonhou com a princesa encantada presa em uma torre? Com a bruxa perigosa que vive numa caverna no meio do lago? Em ser o campeão nas corridas de bigas, no duelo de espadas ou nas justas?

Numa época onde mulheres ainda eram negociadas como mercadoria e ofertas de paz, surgiu a primeira fagulha de esperança: O casamento por amor. A princesa prometida que abandonou o reino; o grande cavaleiro que teve de matar um dragão para provar sua lealdade ao rei e coragem à princesa. Entre guerras e sangue derramado por disputas territoriais, crescia a rosa da paixão.

A inspiradora história de Tristão e Isolda, o amor místico entre Abelardo e Heloísa, e claro, o famoso triângulo que permeou a corte de Camelot, entre o Rei Arthur, Lancelot e Guinevere. São exemplos de histórias marcadas pela tragédia, por um código de ética exclusivo aos cavaleiros, mas também por um amor sem medidas e tamanhos, capaz de vencer qualquer bruxa ou dragão.

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