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Lançamento: “Promessa de plástico”

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Ainda em vida, o Nosso Defunto e sua esposa prometeram que, quem morresse primeiro receberia do outro, diariamente, flores frescas em seu túmulo. Mas, quando ele morre, ela logo se cansa das visitas ao cemitério. Para remediar a situação resolve deixar no túmulo do falecido um ramo de flores de plástico. É essa situação, aparentemente banal, que leva o Nosso Defunto a sair do cemitério e ir até sua antiga casa em busca de respostas que acaba não encontrando. Enquanto isso, a Alta Cúpula do Mundo dos Mortos , burocrática e politiqueira, se agita diante da situação daqueles que julgam um “morto revolucionário”. Mas, mal sabem que o Nosso Defunto não tem nada de perigoso. Na verdade, ele é só um morto comum.

Promessa de plástico é um livro para rir. Ele tira da morte o peso do fim. E de forma bem-humorada faz críticas sociais, refletindo sobre a vida, tanto no mundo dos vivos, quanto em um possível mundo dos mortos. No enredo, o personagem Nosso Defunto , descobre que a sua viúva quebrou sua promessa. O que aconteceu? Ela Morreu? Está doente? Não passa por sua cabeça (ele ainda tem uma?) que ela pudesse ter quebrado a promessa, afinal, aprendemos desde pequenos, que as promessas precisam ser mantidas a qualquer custo. Devem durar assim como o mais inoxidável dos metais.

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Lançamento: “Os horrores da Inquisição”

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Em vigor entre os séculos XIII e XIX, o Tribunal do Santo Ofício, popularmente conhecido como Inquisição, foi uma instituição judicial da Igreja Católica que tinha por objetivo combater a heresia, a blasfêmia, as supostas práticas de bruxaria e os diversos hábitos considerados desviantes da fé cristã.

Durante o período de sua atividade, inúmeras pessoas consideradas “hereges” pelas autoridades católicas foram perseguidas, processadas, humilhadas, torturadas e, inclusive, condenadas à morte através de maneiras extremamente cruéis, como o garrote ou a fogueira.

Neste contexto, pode-se dizer que as inquisições espanhola e portuguesa foram especialmente brutais, torturando e incinerando vivas, através de seus “autos da fé”, inúmeras vítimas, não apenas na Europa como nas colônias americanas. No Brasil, por exemplo, há registros de mulheres queimadas por acusações absurdas de feitiçaria, quase todas envolvendo o “encantamento de homens” (mulheres dotadas de conhecimento e que se afirmavam livres eram vistas como ameaça ao poder patriarcal e religioso da Igreja).

Existem, ainda, outros casos amplamente conhecidos, como as condenações de Joana d’Arc e Giordano Bruno à fogueira. Na ficção, as obras que talvez melhor representem o terror das perseguições e deliberações pela Inquisição sejam o conto “O poço e o pêndulo”, de Edgar Allan Poe, e o romance “O nome da rosa”, de Umberto Eco.

A lista de atos considerados “crimes” pelos membros do Santo Ofício era extensa: a prática do judaísmo, do protestantismo e de outras religiões pagãs; a união homoafetiva; a valorização da ciência; o conhecimento de certas plantas medicinais; tudo poderia se tornar uma infração grave à fé e passível de condenação.

A obra traz histórias de personagens históricos ou fictícios que, de alguma forma, tiveram suas vidas afetadas (ou dizimadas) pelas atitudes bárbaras e insanas do Tribunal do Santo Ofício, motivadas pelo fanatismo cego e irracional, além de uma profunda intolerância às liberdades individuais e de outros interesses obscuros por parte das autoridades cristãs.

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Lançamento: “Maçãs da imortalidade”

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Todos nós conhecemos as histórias e grandes façanhas de Odin, o pai de todos, Thor, deus do trovão, e Loki, deus da trapaça. Mas o que sabemos sobre a grande Frigg, rainha de Asgard, de Freya, deusa do amor, de Iduna, deusa da eterna juventude e guardiã do pomar sagrado, de Thrud, a poderosa filha de Thor, ou de Hela, temida deusa dos mortos?

A mitologia nórdica, como tantas outras, possui deusas e mulheres fortes e destemidas, capazes de tudo para proteger seus entes e sua terra. Como a leal Sigyn, que permaneceu ao lado de seu marido Loki por anos e anos, protegendo-o do veneno da temível cobra deixada acima de sua cabeça para matá-lo. Nessa antologia, composta somente por escritoras, contaremos as histórias pouco conhecidas e inéditas dessas deusas destemidas e fortes.

Prosseguindo com o sucesso da antologia Pétalas de Cerejeira, trazemos a obra Maçãs da Imortalidade, o novo volume da coleção Divindades Femininas, dessa vez inspirado na mitologia nórdica.

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Lançamento: “Coisas do coração”

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Dois irmãos, uma grande amizade e três vidas são bruscamente sacudidos pelas coisas que o coração resolve aprontar nessa história. Chegar à universidade poderia, sim, trazer mudanças para suas vidas, mas Theo e Bionda não imaginavam que tudo seria tão radical assim.

Muito além do que apenas mais uma história de amor, Coisas do Coração nos traz uma celebração da vida e de sua incrível capacidade de mudar a qualquer momento, conforme as vontades do coração.

Uma jornada sobre dores, amores, amizades, perdas, lutas e, acima de tudo, sobre a força e a fraqueza do inquebrantável laço que une a vida de dois irmãos.

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Lançamento: “Recomenda-se andar acompanhada”

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Uma onda de jovens desaparecidas na cidade tem alarmado seus moradores. O cenário se agrava ainda mais quando o corpo de uma das vítimas é encontrado. Seria um indicativo de uma cadeia de acontecimentos?

Micaela é a única que tem essa resposta. Ela conhece a verdade, a molda, a explora e a analisa ao máximo. Mas a atração que sente por Anna, uma garota insegura com seu próprio interesse nos casos, ameaça tudo que conhece sobre si mesma.

Ao mesmo tempo antagonista e objeto de desejo, Anna está tão envolvida em suas questões pessoais que não enxerga que mortes estranhas seguem os passos da pragmática figura que entrou abrupta em sua vida. Enquanto a relação delas se desenvolve, mulheres continuam sumindo, jogando a população em uma atmosfera de alerta.

Onde isso pode levá-las?

Recomenda-se Andar Acompanhada é um romance que se desenrola em um suspense crescente. Lida com descobertas, amadurecimento, relações pessoais e tolerância, e questiona o que estamos dispostos a aceitar por amor.

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Lançamento: “Alice pela toca do coelho”

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Alice no País das Maravilhas é a obra infantil mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, sob o pseudônimo de Lewis Carroll. O livro conta a história de uma menina chamada Alice que ao perseguir um coelho branco antropomórfico, acaba sendo transportada para um lugar fantástico, povoado de criaturas peculiares, como o Chapeleiro Louco, a Rainha de Copas, a Lagarta e o Gato de Cheshire. Ao longo de sua jornada, Alice vive diversas aventuras e é confrontada com o absurdo, com o impossível, e passa a questionar tudo o que aprendeu até ali. Essa é uma das obras mais célebres do gênero literário nonsense.

A história de Alice no País das Maravilhas foi criada por Charles Lutwidge Dodgson no dia 4 de julho de 1862, durante um passeio de barco pelo rio Tâmisa. Ele inventou a narrativa para entreter as filhas do amigo Henry George Liddel: Loriny, Edith e Alice. Evidenciando que a protagonista foi inspirada em Alice Liddel.

Em 26 de Novembro de 1864, Charles Lutwidge Dodgson escreveu a primeira versão da obra a partir do seu improviso, Alice debaixo da Terra, para dar de presente à verdadeira Alice. Posteriormente, reescreveu o livro para publicação, aumentando a história e acrescentando passagens como a do Chapeleiro Louco e a do Gato de Cheshire. A primeira edição, com tiragem de duas mil cópias, publicada em 4 de Julho de 1865 foi tirada de circulação porque continha alguns erros. No ano seguinte, a segunda tiragem foi um grande sucesso, projetando o Alice e o seu País das Maravilhas para o imaginário comum.

Atualmente, a obra tem mais de uma centena de edições e está traduzida para mais de cento e vinte e cinco línguas. O livro possui ainda uma continuação: Alice através do espelho, onde a protagonista atravessa um espelho e viaja para um mundo onde tudo é ao contrário, animais e flores falam, e peças de xadrez ganham vida.

Neste projeto, trazemos histórias inéditas de autores contemporâneos inspirados na obra de Lewis Carroll. O livro Pela Toca do Coelho conta com 27 novas aventuras de Alice no País das Maravilhas. Além das aventuras inéditas, trazemos ainda ambos os livros: Alice no País das Maravilhas Alice Através do Espelho, com tradução e adaptação de Monteiro Lobato, em versão única em um livro vira-vira, com ilustrações do inglês John Tenniel.

A tradução de Monteiro Lobato não é apenas uma recontagem do texto de Lewis Carroll para o público infantojuvenil brasileiro. Lobato acrescenta e retira informações da obra original, adaptando o vocabulário e até mesmo algumas falas de Alice, ambientando o leitor em um contexto mais próximo da realidade brasileira.

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Lançamento: “Kodomo”

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A imigração japonesa no Brasil é datada oficialmente de 1908, a bordo do navio Kasato Maru, centenas de imigrantes cruzaram o oceano e aportaram em terras brasileiras.

Trouxeram consigo uma porção de histórias que contaram para as suas crianças, tais como: a fábula dos bolinhos de arroz, a história do ardiloso Tanuki, o conto da princesa Kaguya, entre muitas outras lendas.

Através da antologia Kodomo: Lendas Infantis Japonesas trazemos essas histórias para as crianças brasileiras.

Há muitas lendas no folclore japonês, mas essa antologia é formada apenas por histórias inspiradas nas lendas infantis.

 

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Lançamento: “Contos estranhos”

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A história é um relato, em sua maior parte falso, de eventos, em sua maior parte sem importância, que são provocados por governantes, em sua maior parte canalhas, e soldados, em sua maior parte idiotas”.

Ambrose Bierce (1842 – desaparecido em 1914)

Comentários satíricos, memórias sobre a agonia da guerra e histórias sobrenaturais existem na literatura desde o surgimento da escrita, e provavelmente em todas as culturas. Do século XIX até os dias de hoje, por exemplo, é possível atestar a popularidade de tais gêneros através do enorme apelo que possuem junto ao mercado editorial (livros de ficção e crônicas jornalísticas) e à indústria cinematográfica. No entanto, e até de forma irônica, poucos são os escritores criativos destas categorias que permanecem populares no cânone ocidental, em especial no horror. Neste cenário, destacam-se as narrativas curtas de Edgar Allan Poe e H. P. Lovecraft, geralmente estudadas como referência de estilo e de enredo para novas obras nos cursos de literatura.

Dentre os autores considerados ícones da literatura de guerra, horror, poesia ácida e sátira social, Ambrose Gwinnet Bierce, jornalista, poeta, contista, romancista, fabulista e mestre da escrita, frequentemente é pouco lembrado.

Como autor de sátiras, conquistou o apelido de Bitter Bierce (Amargo Bierce), em razão de não poupar absolutamente ninguém de suas críticas mordazes. Por outro lado, fomentou jovens talentos, como Jack London, motivado pelo seu feroz ideal de perfeição na escrita. Como autor de histórias de guerra, foi o único que realmente lutou como soldado na linha de frente da Guerra Civil dos Estados Unidos. Na literatura de horror, invocou suas memórias da época do campo de batalha, adornadas com toques metafísicos e sobrenaturais, a fim de servirem como pano de fundo para a “atração à morte em suas formas mais bizarras”, semelhante ao estilo de Poe, além de evidenciar sua afeição pelas histórias de fantasmas narradas “ao redor da fogueira”.

Mestre no estilo irônico do “grotesco”, superava até mesmo Poe, na mente de muitos leitores, como “o mais controverso dos humoristas controversos”. H. P. Lovecraft, o autor mais proeminente do macabro na primeira metade do século passado, descreveu o trabalho de Bierce como “sombrio e selvagem”, mas outros críticos discordam, citando a “personalidade neutra e estranhamente sociável” de suas narrativas, o que tornava o horror ainda mais intenso.

De fato, ao longo dos séculos XX e XXI, inúmeros contos, romances, filmes e séries de televisão obtiveram sucesso a partir dos modelos desenvolvidos por Bierce. Acredita-se que seus contos “Haita, o pastor” e “Um habitante de Carcosa” influenciaram o escritor de ficção weird Robert W. Chambers no desenvolvimento de “O rei de amarelo”. Além disso, sua obra recebeu adaptações em diversas mídias. “A coisa maldita” foi adaptada, em 2006, na série de televisão “Mestres do horror”, num episódio dirigido por Tobe Hooper, o lendário diretor de O massacre da serra elétrica Uma ocorrência na ponte de Owl Creek , seu conto mais célebre, foi adaptado em, pelo menos, três filmes, um episódio de Além da imaginação , outro de Alfred Hitchcock apresenta , e em diversos programas de rádio da emissora CBS. Em 2005, Kurt Vonnegut, autor do clássico romance Matadouro 5 , considerou Owl Creek o “melhor conto da literatura americana”.

No fim da vida, aos 71 anos, Ambrose Bierce escreveu a história mais interessante de todas ao desaparecer da face da Terra durante uma aventura no México, que se encontrava no meio da revolução. Alguns acreditam que tenha se alistado no exército de Pancho Villa, e especulam até mesmo a hipótese de o escritor ter sido fuzilado sob ordens do líder mexicano, em virtude de seu estilo sincero e implacável.

O próprio Bierce, inclusive, é personagem em mais de cinquenta romances, contos, filmes, séries televisivas, peças teatrais e histórias em quadrinhos. Aparece em obras de escritores tão famosos como Ray Bradbury, Carlos Fuentes e Winston Groom. Este último, aliás, utiliza Bierce como personagem em seu romance “El Paso”, o primeiro desde a publicação de sua obra mais famosa: Forrest Gump . Nele, Bierce é executado pelo próprio Villa. Don Swain escreve sobre a vida do escritor no romance de ficção histórica The assassination of Ambrose Bierce: a love story , de 2015.

Contos estranhos , de Ambrose Bierce, é uma coletânea de trinta narrativas curtas do autor, algumas inéditas no Brasil, traduzidas exclusivamente, e que abrangem todo o período de sua carreira literária. Na obra, o leitor encontrará desde seus contos mais famosos, como os já citados Uma ocorrência na ponte de Owl Creek Um habitante de Carcosa A coisa maldita , passando por trabalhos relativamente conhecidos ou praticamente ignorados pelos brasileiros: Chickamauga, Óleo de cão, O funeral de John Mortonson, Um cavaleiro no céu, A coisa em Nolan, Os olhos da pantera , e muitos outros. Histórias sobre desaparecimentos inexplicáveis, aparições fantasmagóricas, licantropia, execuções militares, muitas das quais passadas na Guerra da Secessão, e que demonstram todo o poder de concisão de um dos grandes nomes da literatura dos Estados Unidos.

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Lançamento: “Visceral”

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Tem algo mágico no ato de escrever poemas e compartilhar poesia: ela te conecta. Ela te faz sentir. Ela revira suas vísceras, se moldando a partir de tudo que você viu, ouviu e sentiu. Das histórias com as quais você cruzou. E depois vai até o seu âmago, seu cerne. Ela te despe e te deixa ali. Nu e frágil. E ainda assim, ansiando por mais…

E por estar nu e frágil, te trago apenas eu, e te deixo com este livro. Ele é uma das partes mais valiosas de mim. Eu a guardei por muito tempo na gaveta do meu peito, e agora você decide o que fazer com ela.

Pense bem.

Pense com amor, por favor.

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Lançamento: “Colônia dos esquecidos”

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Existe um Lugar Fora do Tempo, onde é possível enxergar muito dos acontecimentos deste mundo através dos três grandes espelhos. Nem todos que chegam até lá podem adentrar ao Observatório, e mesmo aqueles que podem, por vezes encontram respostas demais. Para encarar os espelhos, é necessário deixar a curiosidade de lado e estar pronto para abraçar a verdade.

Mais importante do que a busca por respostas nos espelhos, é a busca por respostas interiores. O que, afinal, nos levaria à Colônia dos Esquecidos?

O mundo é um lugar cheio de mistérios. Ao longo da vida, estamos todos fadados a nos deparar com alguns desses mistérios. Talvez não de maneira óbvia. Talvez não da forma como nos prometem os filmes, livros e séries. Mas eles estão lá, e podem adotar diversas formas.

Adam, Libie e Samuel são ilustres desconhecidos. Crianças diferentes de tempos diferentes, com aparentemente nada em comum a não ser uma coisa: o lugar onde se conheceram. Um lugar fora do tempo, aberto a todos aqueles que não pertencem a nenhum outro lugar. Que contam suas histórias por entre as tendas coloridas e os espelhos do Observatório.

Se tiverem a oportunidade, cada um deles contará sua própria história. De onde vieram, por onde passaram e o que, afinal, os levou à Colônia dos Esquecidos.

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