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Catarse

Histórias de velório

Por Financiamentos

Um velório deveria ser um momento triste. Talvez o único evento que reúne quase todos os amigos e familiares e que, mesmo assim, ninguém está feliz por isso. Cumprimentos silenciosos, lágrimas nos olhos e uma despedida dolorida daqueles que partiram.

Mas nem sempre é assim, muitas vezes, o que deveria ser uma história sobre a morte, acaba se tornando uma história para morrer de rir. Velório sem defunto, defunto que volta a vida momentos antes de ser enterrado, carpideiras contratadas que acabam chorando para o defunto errado, brigas entre familiares que não se bicam, esposas que descobrem que o marido tinha outra esposa, às vezes outras esposas, e por aí vai.

Essa antologia traz histórias com cenas hilárias ocorridas em um momento onde só deveria haver pesares, que transformam a morte em uma sátira para aqueles que estão presentes e para aqueles que ficam sabendo e continuam repercutindo esses causos de velório

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Titanic, memórias de um naufrágio

Por Financiamentos

O RMS Titanic foi um navio britânico, operado pela White Star Line, projetado e construído com o objetivo de ser o maior, mais luxuoso e mais seguro navio de passageiros de sua época. O projeto parecia perfeito até que o navio colidiu com um iceberg, às 23h40 do dia 14 de abril de 1912.

A água invadiu o navio pela proa dianteira, inundando as salas de máquinas uma a uma, até finalmente atingir os aposentos da terceira classe. O peso da água içou a popa do navio no ar, ocasionando uma inevitável fissura, partindo a embarcação ao meio. O Titanic afundou por volta das duas horas do dia 15 de abril de 1912, mas suas histórias ainda permeiam o imaginário popular. E é inevitável nos perguntarmos: quantas dessas histórias não estão nos livros? Quantas vidas foram perdidas no naufrágio? Estariam todos os passageiros registrados nos livros de embarque? O que aconteceu com a segunda e terceira classe enquanto eram obrigados a assistirem os passageiros da classe mais rica embarcarem confortavelmente em botes salva-vidas, que partiam com menos de um terço da capacidade preenchida, deixando tantos que poderiam ser salvos para trás? Que histórias nos contariam as vítimas desse naufrágio, se ainda pudessem falar?

Essa antologia traz histórias sobre aqueles que lutaram por suas vidas quando o Titanic naufragou, sendo bem-sucedidos ou não. Histórias que incluam os horrores vivenciados por esses passageiros, pegos de surpresa pelas águas congelantes invadindo seus aposentos. Relatos sobre a luta pela sobrevivência e narrativas assustadoras sobre aqueles que, um século depois, ainda podem reviver os horrores do naufrágio.

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Nada se quebra como um coração

Por Financiamentos

Durante a vida, teremos nosso coração partido, isto é um fato irrevogável! Quando somos jovens, acreditamos em príncipes encantados (e em princesas também) e que seremos felizes para sempre. Nunca nos preparam para as decepções amorosas que, mais cedo ou mais tarde, aparecem pelo caminho.

Quando estamos no começo da fase adulta, temos receio de nos entregarmos por completo, somos levados por torrentes de emoções, que nos confundem e por vezes nos distanciam de quem somos.

Conforme os anos passam, nos tornamos mais velhos e mais sábios e tudo o que desejamos é um amor que acalente nossa alma e esquente nosso coração. Que seja simples e tranquilo e, por vezes, que cole os pedacinhos estilhaçados em nosso peito. Assim, a vida segue. Entre amores e desamores, encontros e desencontros.

“Nada se quebra como um coração” é uma coletânea de contos que fala sobre relacionamentos, daqueles que dão certo, daqueles que dão errado e daqueles que são fantásticos.

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Mulheres, a face esquecida da guerra

Por Financiamentos

As mulheres sempre desempenharam papéis importantes durante todas as guerras da história: Guerra do Paraguai, Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial, Guerra do Vietnã, Guerra do Golfo e em muitos outros conflitos pelo planeta. Não apenas pelo fato de entregarem seus maridos, filhos, pais e irmãos, como também por doaram sua energia e vida.

Mulheres de uniforme assumiram cargos em escritórios das forças armadas para liberar os homens para o combate. Dirigiram caminhões, consertaram aviões, foram técnicas de laboratório, montaram paraquedas, operaram rádio, analisaram fotografias, pilotaram aeronaves militares, testaram aviões recém-consertados, ocuparam cargos de espionagem e foram atiradoras de elite, arriscando suas vidas em favor de suas nações. Além do papel fundamental que exerceram, servindo na linha de frente do Corpo de Enfermeiras de Exércitos, libertando reféns e crianças.

A força feminina e suas histórias sempre ficaram em segundo lugar no cenário de guerra. Aos homens as glórias, às mulheres restou a desconfiança, o medo, o trabalho pesado, a fome, a tortura, a violência e a morte. As mulheres sempre estiveram presentes em todas as pontas do combate, não apenas como coadjuvantes do horror vivido pela humanidade, mas também como protagonistas, como as Bruxas da Noite, o regimento aéreo soviético que aterrorizou as tropas nazistas.

Nomes como Maria Quitéria, Ana Néri, Jovita Feitosa, Virgínia Hall, Sophie Schöll, Berthe Wild, Lucy Aubrac, Anne Frank, Virgínia Portocarrero, Irena Sendler, Aracy Guimarães Rosa, Marina Raskova, Yevdokiya Bershanskaya, Lydia Litvyak, Evgenia Rudneva, Nancy Wake, Lyudmila Pavlichenko, Susan Travers, Hedy Lamarr e muitos outros merecem nossa recordação e honraria.

Esta antologia resgata e valoriza a história feminina nas guerras, com textos inspirados em acontecimentos e personagens reais.

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Estigmata

Por Financiamentos

Estigmas são marcas que se manifestam fisicamente, mas que possuem, em verdade, origem espiritual. Pessoas reportadas como estigmatizadas costumam exibir feridas ou queimaduras em regiões como pés, mãos ou pulsos e tórax, as quais, de acordo com as crenças, representam os pontos que teriam sido pregados para sustentar o corpo de Jesus Cristo na cruz.

O estigmatizado mais famoso da história foi o religioso Francesco Forgione (1887-1968), também conhecido como Padre Pio. De acordo com os relatos, Padre Pio primeiramente notou as feridas surgindo em suas mãos no ano de 1910, o fenômeno progrediu até que o padre passasse a exibir todos os cinco estigmas completos, em 1918, enquanto rezava diante de um crucifixo na capela de seu monastério.

Mistérios e rumores acerca de Padre Pio eram incontáveis. Dizia-se que o padre seria capaz de voar e estar em dois lugares ao mesmo tempo. Existem relatos que os estigmas de Pio vinham acompanhados de um perfume milagroso.

Um fato curioso a ser levado em consideração é que, oficialmente, não existem casos conhecidos de estigmas pelos primeiros 1200 anos após a morte de Cristo, sendo o primeiro relato oficial atribuído a São Francisco de Assis (1182-1226).

Nesse cenário, é inevitável nos questionarmos se tais relatos não existiram antes do dito período, se apenas não eram conhecidos e, por conseguinte, não tenham sido documentados…, ou se foram deliberadamente ocultados.

Ao mesmo tempo em que estigmatizados nem sempre consideram sua condição como uma ameaça ou sofrimento, mas sim como uma clara demonstração do divino, as aparições de ditas marcas costumam ser acompanhadas por relatos de possessões demoníacas e exorcismos.

Seriam as aparições de tais flagelos de fato sinais da presença divina? Ou poderiam forças obscuras se valerem dos sinais de Cristo para atingirem objetivos nefastos?

Nesta antologia trazemos contos aterrorizantes, que relatam histórias de pessoas acometidas por estigmas, bem como as reações que tais marcas causam na comunidade que as circundam. Trazemos um pouco mais sobre as forças do mal que se escondem por trás das marcas da crucificação e o preço que os ditos estigmas cobram de seus portadores.

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Elas

Por Financiamentos

Há várias histórias que compõem o universo feminino desde o início do mundo, com finais felizes ou não, em diversos gêneros textuais, como: fantasia, romance. Mas a trajetória de cada personagem mostra um cotidiano real ou imaginário. Nesta obra, mesmo quando o narrador é um homem, o destaque é a mulher.

Os sentimentos, as dúvidas, as traições, o inesperado e as diversas formas em que os contos são narrados nos remetem a pensarmos: isso me lembra algo? E se fosse comigo? Será que, realmente, poderia acontecer? Indagações que acontecem em nosso dia a dia.

Venha se emocionar com histórias que surpreenderão você e conhecer um pouco mais sobre o universo feminino.

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Baixa frequência

Por Financiamentos

Durante uma monótona madrugada, uma estranha frequência foi transmitida em uma estação de rádio local. Começou com um pequeno chiado, navegando pelas ondas e alcançando os moradores daquela cidade, fazendo com que todos desmaiassem. Um a um os ouvintes caíram, suas mentes seguiram inertes na escuridão até o terrível despertar. Ao acordarem pela manhã, cada um dos afetados se deparou com uma realidade distorcida, tomada por um pesadelo interno nunca antes confrontado.

Aquele mísero chiado se transformou em um estrondo, corroendo a realidade e transformando-a em algo tenebroso, onde os pesadelos mais reprimidos ganharam uma chance de escapar. Ao encararem seus próprios monstros, a salvação para aquelas pessoas parecia estar em um único lugar: uma misteriosa e solitária torre de rádio.

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O mundo mágico

Por Financiamentos No Comments

Publicada originalmente em 1912, O Mundo Mágico é uma coleção de doze contos infantis de Edith Nesbit. As histórias foram impressas de forma independente em diversas revistas, como a Blackie’s Children’s Annual, antes de serem reunidas em um único exemplar pela Macmillan and Co. Ltd. A coleção de contos de fadas modernos influenciou o trabalho de autores como P. L. Travers, J. R. R. Tolkien, C. S. Lewis, Michael Ende, Roald Dahl, J. K. Rowling entre outros.

A paixão de Nesbit pelas histórias infantis e pelos mundos mágicos a levaram a produzir dezenas de obras voltadas para o público infantojuvenil. É considerada a mais influente escritora infantil da Inglaterra, sendo a primeira escritora moderna para crianças. Seus livros infantis são marcados por caracterizações vívidas, enredos engenhosos e um estilo narrativo fácil e bem-humorado.

Conheça as histórias presentes no livro:

A gatitude de Maurice (The Cat-hood of Maurice): Um menino maltrata o gato da família e aprende a ver as coisas pelo ponto de vista felino.

A mina mista (The Mixed Mine ): Dois garotos em lados opostos da sociedade encontram uma luneta mágica e a utilizam para fazer fortuna.

Magia acidental; ou não conte tudo que sabe (Accidental Magic; or don’t tell all you know ): O pequeno Quentin adormece em um altar de Stonehenge, mas acorda em Atlântida.

A princesa e o porco-espinho (The Princess and the Hedge-pig): O rei e a rainha planejam um batizado secreto para sua filha, tentando evitar a maldição de uma fada malvada.

O sétimo (Septimus Septimusson ): Ele é o sétimo filho de um sétimo filho e sai em busca de fortuna. Ele pode ver fadas e conversar com os animais.

O gato branco (The White Cat ): Um menino encontra um gato de porcelana no sótão e acaba descobrindo se tratar de um talismã mágico.

Belinda e Bellamant; ou os sinos da Terra do Carrilhão (Belinda and Bellamant; or the bells of Carrillon-land ): Amaldiçoados na infância, um príncipe e uma princesa buscam encontrar a felicidade juntos. Um morcego falante vai ajudá-los nessa empreitada.

Terra do Apenas Agora (Justnowland): Elsie foge para uma terra mágica onde todas as pessoas ricas foram transformadas em corvos gigantes e os trabalhadores em pombos.

O primo boboca (The Related Muff ): Um menino sensível, rejeitado pelos primos que o consideram um tolo, acaba se tornando um herói.

Amabel e sua tia (The Aunt and Amabel): Uma menina entra em um mundo mágico através de um guarda-roupa.

Kenneth e a carpa (Kenneth and the Carp): Acusado injustamente de roubar um anel, um menino se transforma em um peixe para resgatar sua honra.

O coração do mago (The Magician’s Heart): Um mago malvado distribui maldições durante batizados na realeza, mas o feitiço vira contra o feiticeiro.

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A magia dos Yōkais

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Os yōkais são criaturas sobrenaturais do folclore japonês. Além de estarem presentes na mitologia japonesa, na cultura moderna os yōkais foram retratados em diversos mangás e animes.

Tais criaturas se apresentam nas mais variadas formas, alguns são antropomórficos como o temível kappa, já outros possuem forma humana como a bela Yuki-onna, e há ainda os yōkais cuja forma é animal, estes têm na kitsune, a raposa de nove caudas, um dos seus representantes mais populares.

Um yōkai pode conviver pacificamente com os humanos, tal como um kodama, um espírito da floresta, ou ser fatal para aqueles que cruzam o seu caminho, um exemplo desse último tipo é o Gashadokuro.

Todas essas criaturas fazem parte do imaginário popular no Japão e contamos aqui um pouco das suas histórias. A Magia dos Youkais é uma antologia de contos voltada para o público infantojuvenil.

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Iemanjá: a doce Iabá

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Assim como as águas, Iemanjá limpa e purifica aqueles que a ela recorrem. As ondas do mar levam até ela os pedidos de corações apaixonados, perdidos ou até entristecidos.

Considerada a rainha do mar, é um dos orixás femininos cultuados no panteão afro-brasileiro. Seu nome possui origem no Iorubá “Yèyé omo ejá”, que significam “Mãe cujos filhos são como peixes”. Para muitos, Iemanjá é a “Afrodite brasileira”, padroeira dos amores sendo muito solicitada em casos de desafetos, paixões conflituosas, sendo que tudo pode ser conseguido caso ela consinta. Também está associada à fertilidade feminina e à maternidade.

Deusa das águas, em sua bondade protege e abençoa os pescadores. Existem muitas pessoas que trazem consigo uma lembrança de um momento sereno quando tocada pelas ondas do mar.

A antologia “Iemanjá: a doce Iabá” traz contos que relatam a relação das pessoas com esta Deusa, suas experiências e vivências, com histórias emocionantes e carregadas de ternura.

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