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Financiamentos

Sob as asas de Eros

Por Financiamentos

A Antiguidade clássica produziu casais e romances extraordinários, mas nem sempre foi gentil com os amantes. A história está repleta de amor fadado à tragédia, tanto na história quanto na mitologia criada pelas suas populações.

Os antigos gregos acreditavam que as fatalidades e os sofrimentos eram inevitáveis e podiam se abater sobre qualquer um. O que realmente importava era a forma como o ser humano se comportava diante das dores de sua existência.

No entanto, muitos casais não se importaram com os obstáculos e buscaram viver suas paixões de forma intensa, mesmo que brevemente. Eles lutaram para poder se amar, mesmo que esse amor trouxesse consequências para o mundo a sua volta.

Diana e Órion, Eros e Psiquê, Ariadne e Dionísio, Hades e Perséfone, Briseis e Aquiles, Orfeu e Euridice são alguns dos exemplos de casais da Antiguidade.

Essa antologia traz contos sobre casais da Antiguidade Clássica, mitológicos ou reais, que transformaram as suas vidas em nome da paixão e deixaram sua marca na História.

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Guardiões

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A cultura japonesa é formada por diversas figuras mitológicas, dentre elas, há aquelas responsáveis por proteger o Japão e os seus habitantes, natureza e templos.

Os quatro pontos cardeais, por exemplo, possuem seus guardiões. Genbu, tartaruga gigante entrelaçada em uma serpente, é o guardião do norte, já Seiryu, dragão azul, guarda o leste. O guardião do sul é Suzaku, um pássaro vermelho que se assemelha a uma fênix, por fim, o oeste é guardado por Byakko, um majestoso tigre branco.

Os komainu, conhecidos como cães leão, são pares de estátuas que guardam a entrada de muitos santuários xintoístas. Uma das estátuas possui a boca aberta, enquanto a outra fechada. Em Okinawa, são chamados de shisa e estão presentes também nos telhados das casas. Há ainda outros animais que guardam santuários, um exemplo é a kitsune, que está presente em santuários dedicados à Inari.

Os pequenos também possuem seus guardiões, Jizo é o guardião das crianças. Há estátuas deles por todo Japão, algumas enfeitadas com lenços, gorros ou roupas infantis, normalmente vermelhas, em agradecimento à proteção concedida. Também é considerado o protetor dos viajantes.

Há ainda aqueles que protegem a natureza, como os kodamas, misteriosos guardiões que habitam e protegem as florestas do Japão.

Em Guardiões, trazemos contos de fantasia inspirados nesses e outros guardiões da cultura japonesa.

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Merlin e o feitiço da Dama do Lago

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Diziam as lendas que o mago Merlin era filho de uma mulher mortal e de um demônio íncubo, que assumira a forma humana para engravidá-la. A origem semi-demoníaca teria dado ao mago suas habilidades sobrenaturais, como o dom das profecias e a capacidade de mudar de forma. O poderoso feiticeiro teria ajudado com sua magia o rei da Grã-Bretanha, Uther Pendragon, dando-lhe uma poção que lhe permitiria mudar de aparência por uma noite, para que pudesse se passar pelo Duque de Tintagel e assim se deitar com sua esposa, Lady Igraine. Em troca, Merlin pediu a Uther que lhe entregasse o filho gerado como fruto daquela noite. E foi assim que Merlin se tornou tutor de Artur, que sempre seguiu seus conselhos, mesmo depois de se tornar rei.

Um dia, Merlin desapareceu misteriosamente, sob o feitiço de uma de suas alunas, Nimue, a mais importante sacerdotisa de Avalon, conhecida popularmente como a “Dama do Lago”. O mago havia se apaixonado por sua discípula e em troca de ela se tornar sua amante, lhe ensinou seus mais poderosos encantamentos, e assim, a Dama do Lago usou um de seus feitiços para trancá-lo em uma árvore, na floresta mágica de Broceliande.

Os Cavaleiros da Távola Redonda se juntaram ao Rei Artur e partiram em direção à Broceliande, para resgatar o mentor do rei, mas a tarefa não seria fácil, visto que a floresta estava sobre o encanto da Dama do Lago, e que a poderosa Excalibur não tinha serventia na floresta e nem poderia ferir a feiticeira, já que a espada havia sido oferecida a Artur justamente por Nimue.

Conseguiriam os nobres cavaleiros vencer o feitiço da Dama do Lago e resgatar o mago Merlin?

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Esfinge

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Publicada originalmente em 1908, com a grafia Esphinge, a obra de Coelho Netto é um clássico da literatura fantástica nacional. O livro é um romance gótico – considerado por muitos o Frankenstein brasileiro – que aborda de forma pioneira temas como alquimia, terror, ficção científica, bissexualidade e androginia, e tudo isso em um Rio de Janeiro do início do século XX.

A história relata o cotidiano de uma pensão, administrada por Miss Barkley, habitada por moradores dos mais diferentes tipos e profissões. A chegada de um hóspede inglês, excêntrico e recluso, altera a rotina de seus moradores. A presença de James Marian causa espanto e admiração. Envolto em uma áurea de mistério, o novo habitante da pensão ostenta um corpo viril e atlético, ao mesmo tempo em que possui um rosto com as feições finas e delicadas, que remetem à beleza feminina.

Após se aproximar do inglês e conquistar sua confiança, o narrador recebe um manuscrito – de autoria de James Marian, retratando sua vida – para ser traduzido para o português. Ao longo das páginas, o protagonista se vê mergulhado em uma narrativa fantástica, com relatos de misticismo e tragédia, revelando segredos sobre a aparência ambígua do hóspede misterioso.

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Os protetores do tempo

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Pouco depois de ser instalada pelo Tratado de Versalhes, em 1919, a Liga das Nações, antecessora à ONU, teve seu primeiro desafio. O Conselho Executivo foi informado da existência dos Portais do Tempo – passagens temporais que permitiam viajar para o passado e alterar o presente da humanidade. Viu-se a necessidade de formar uma sociedade secreta chamada de Os protetores do tempo que possuíam o único objetivo de proteger esses portais.

No entanto, não demorou muito para que a informação vazasse durante a Segunda Guerra Mundial. Alguns portais foram usados por um grupo autodenominado Os piratas do tempo para alterar a história, e os Protetores do Tempo passaram a não só proteger os portais como também a viajar para o passado, impedindo que a história fosse mudada.

Aos poucos, assim como aconteceu com os Piratas do Tempo, a sociedade formada pelos Protetores do Tempo passou a ser integrada por pessoas de diversas épocas diferentes, em uma constante batalha para impedir que a história, como conhecemos, mude para sempre.

Essa antologia traz narrativas sobre as viagens no tempo e os confrontos entre esses grupos para impedir mudanças na história da humanidade.

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A morte de Edgar Allan Poe

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Em 7 de outubro de 1849, o escritor Edgar Allan Poe faleceu no Washington College Hospital. Quatro dias antes, Poe foi encontrado nas ruas de Baltimore, Maryland, em um estado delirante. Em nenhum momento, o escritor esteve lúcido o bastante para explicar o que havia acontecido para deixá-lo naquele estado.

As teorias sobre as causas de sua morte incluíam suicídio, assassinato, cólera, raiva, sífilis, envenenamento, e até mesmo ter sido capturado por agentes eleitorais que o teriam forçado a beber para obrigá-lo a votar, sendo abandonado em seguida, já em um estado denominado delirium tremens, largado à própria sorte.

Após diversas investigações – sem um resultado convincente –, a polícia de Baltimore convocou o investigador parisiense C. Auguste Dupin para desvendar o que teria acontecido nos dias anteriores ao falecimento do famoso escritor.

Essa antologia traz histórias que misturam realidade e ficção, com o personagem fictício C. Auguste Dupin desvendando a morte de seu criador: Edgar Allan Poe.


Você também poderá adquirir nesta campanha o mais novo livro da coleção Clássicos da Cartola, que reúne os mais diversos clássicos da literatura mundial. A obra conversa diretamente com a antologia A morte de Edgar Allan Poe:

Os assassinatos da Rua Morgue e outros casos de C. Auguste Dupin

Antes mesmo do termo “detetive” ser cunhado na literatura, Edgar Allan Poe – um escritor além de seu tempo – nos apresentou o personagem C. Auguste Dupin, um excêntrico investigador criminal francês, notável por sua inteligência, capaz de solucionar grandes mistérios por meio de um método descrito pelo autor como “raciocinação”, que seria a mistura entre um raciocínio lógico e uma imaginação aguçada, criando uma verdadeira máquina cerebral capaz de desvendar os mais emaranhados crimes.

O personagem serviu de inspiração para os outros detetives que o sucederam na literatura até os dias atuais, incluindo Hercule Poirot, de Agatha Christie e, especialmente, o lendário Sherlock Holmes, personagem criado por Sir. Arthur Conan Doyle.

Os assassinatos da Rua Morgue e outros casos de C. Auguste Dupin reúne todos os contos clássicos de Poe protagonizados pelo personagem, a trilogia escrita entre 1841 e 1844: Os assassinatos da Rua Morgue, que é considerada a primeira história do gênero a ser publicada, O mistério de Marie Rogêt , e A carta roubada.

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Melodias do infinito

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Melodias do infinito

Madá já foi uma das cantoras mais famosas do Brasil. Depois de um divórcio conturbado e do seu nome estar sujo – e de ter 50 anos –, foi convidada para participar do Bloco das Divas, o maior bloco de carnaval do Rio de Janeiro. Enquanto ela se prepara para a apresentação, que pode salvar a sua carreira, descobre que Lua, a última mulher que gostaria de ver na vida, está de volta ao Brasil e também se apresentará no mesmo bloco e no mesmo dia. O retorno de Lua significa memórias do começo de carreira de ambas sendo desenterradas e um antigo amor trazendo ressentimentos.

Será que o orgulho de Madá poderá ser maior do que tentar reconquistar a mulher que ama?

O livro tem como cenário principal o Rio de Janeiro e o carnaval nos tempos atuais, mas também retorna ao passado, quando as protagonistas se conheceram e cantavam no metrô de São Paulo para ganhar algum dinheiro, no começo dos anos de 1990, antes que Lua partisse para uma carreira internacional, deixando um vazio na vida de Madá.


Você também poderá adquirir outro livro da autora que pela primeira vez será lançado em formato físico, em uma nova edição com a capa reformulada. A edição digital, ainda disponível na Amazon, é um grande sucesso, não só de vendas, como também entre os leitores, tendo mais de 300 avaliações positivas. Conheça um pouco sobre a obra:

Como ter o pior dia dos namorados da sua vida

Emily e Verena são melhores amigas – e bissexuais – que vivem frustradas por nunca terem um bom Dia dos Namorados. Em uma noite, após novos encontros desastrosos, decidem fazer uma aposta: cansadas de esperar por um dia agradável, combinam de fazer o possível para que o Dia dos Namorados seja péssimo e assim, quem tiver a pior experiência, ganha.

E assim, anualmente, Emily e Verena fazem apostas e vivem dias diferentes, desde assistirem juntas à Fórmula 1, até passarem o dia na delegacia. Seus “prêmios” variam de usar o carro de uma delas por um ano, até alguém pagar pelo almoço sempre que elas saírem juntas.

Acontece que, conforme os anos passam, elas vão deixando um sentimento antigo aflorar. Entre péssimos Dias dos Namorados, será que finalmente assumirão seus sentimentos?

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O Bruxo do Cosme Velho

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Machado de Assis é amplamente reconhecido como um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos, quiçá o maior deles. O autor é conhecido por sua ironia e humor sombrio, e sua obra é frequentemente caracterizada por uma atmosfera de mistério e suspense. Ele também abordou temas como a loucura, a morte e a solidão.

Popular com obras como Dom CasmurroO alienista e Quincas Borba , o escritor abraçou o fantástico em uma de suas obras mais relevantes: Memórias póstumas de Brás Cubas.

Ainda que esse seja um de seus livros mais conhecidos, o Bruxo do Cosme Velho – apelido recebido por seus vizinhos, pois teria queimado cartas em um caldeirão em sua casa, que ficava no número dezoito da Rua Cosme Velho, no bairro de mesmo nome, na cidade do Rio de Janeiro, e consolidado após o poema A um Bruxo, com Amor, de Carlos Drummond de Andrade – não costuma ser associado ao fantástico ou ao terror, mesmo tendo uma extensa obra publicada em formato de contos e muitos deles trazendo elementos como o fantástico, o terror, o mistério e o suspense.

Pensando nisso, a Cartola Editora trabalhou na curadoria de vinte contos escritos por Machado de Assis que abordam justamente esses temas. Os contos foram publicados entre 1862 e 1905, sendo lançados originalmente em jornais e periódicos, e algumas vezes assinados por pseudônimos diferentes.

O Bruxo do Cosme Velho: contos fantásticos, de horror, mistério e suspense traz ainda notas explicativas que ajudam a entender o contexto e a sociedade no período em que os contos foram escritos, e, evidencia ao leitor a habilidade de Machado de Assis em explorar temas sobrenaturais, sombrios e perturbadores, de uma maneira original e inovadora, deixando claro que o autor é também uma figura importante na história da literatura fantástica e de terror brasileira.

Confira as histórias presentes na obra:

  1. A causa secreta | 1885
  2. A chinela turca | 1875
  3. A igreja do diabo | 1883
  4. A mulher pálida | 1881
  5. A segunda vida | 1884
  6. A vida eterna | 1870
  7. As academias de Sião | 1884
  8. Decadência de dois grandes homens | 1873
  9. O anjo das donzelas | 1864
  10. O anjo Rafael | 1869
  11. O capitão Mendonça | 1870
  12. O espelho, esboço de uma nova teoria da alma humana | 1882
  13. O imortal | 1882
  14. O país das quimeras | 1862
  15. Os óculos de Pedro Antão | 1874
  16. Pai contra mãe | 1905
  17. Rui de leão | 1872
  18. Sem olhos | 1876
  19. Um esqueleto | 1875
  20. Um sonho e outro sonho | 1892

 

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Sereias

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Idolatradas e temidas desde a antiguidade, as sereias são criaturas híbridas, metade peixe e metade mulher, ou seriam metade bruxa? Elas possuem um canto que enfeitiça e são capazes de controlar a mente masculina. Existem relatos que até mesmo embarcações inteiras foram para o fundo do mar por conta de uma única sereia.

As sereias estão presentes não somente na mitologia grega, mas em várias partes do mundo, com algumas variações sobre a lenda. No Oriente Médio são cultuadas como Dea Syria, na mitologia africana são conhecidas como Mami Uata, Kianda, Mondao e M amogashwa, na mitologia europeia é conhecida como Melusina, na mitologia russa é conhecida como Rusalka, na mitologia japonesa é conhecida como Ningyo, e na mitologia brasileira é conhecida como Iara ou Mãe-d’água.

Não importa a razão que leva uma sereia a encantar os homens e levá-los para o fundo das águas, seja por vingança, por um amor não correspondido ou apenas pelo prazer em matar, a verdade é que por mais encantadora que possa ser a ideia de conhecer uma sereia, mantenha distância, o fim da história é um só.

Essa antologia traz contos de terror envolvendo essas mulheres híbridas e diabólicas que levam à morte homens que se deixam enfeitiçar por seus cantos e encantos.

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A biblioteca das almas esquecidas

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Em 1806, o imperador francês, Napoleão Bonaparte, decretou o Bloqueio Continental, determinando que os países europeus fechassem os portos para os navios oriundos da Inglaterra. Portugal não aderiu à medida, devido à longa aliança política e comercial com os ingleses. Com a recusa, Napoleão ordenou a invasão do território português.

O príncipe regente de Portugal, Dom João VI, assinou com o rei da Inglaterra, Jorge III, uma convenção secreta transferindo a sede monárquica de Portugal para o Brasil, e determinou que toda a família real fosse transferida para a colônia.

A família real portuguesa desembarcou no Brasil em 22 de janeiro de 1808, trazendo com ela órgãos administrativos, funcionários da corte, ministros, membros do alto clero e, entre outras coisas, diversas bibliotecas, as quais resultaram na formação da Biblioteca Nacional.

Dom João convidou pessoalmente Aquilino Herculano Loreto de Queirós, um ex-gerente da Livraria Bertrand, em Lisboa, para acompanhar a família real e montar a biblioteca da corte no Brasil. A biblioteca sobreviveu ao tempo, e hoje é uma instituição cultural lusófona chamada oficialmente de Real Gabinete Português de Leitura, localizada na rua Luís de Camões, no centro da cidade do Rio de Janeiro.

Envolta em mistérios e histórias populares, a Biblioteca carrega consigo diversas histórias que vão muito além dos livros. Histórias que garantem que o lugar é assombrado pelas almas daqueles que foram imortalizados nos livros que lá se encontram.

Dentro das paredes do Real Gabinete Português de Leitura, as histórias são mais do que letras impressas em páginas, e os passos que ecoam por seus corredores nem sempre pertencem aos visitantes curiosos ou aos membros da equipe. Não são estranhos os relatos de figuras com roupas estranhas e semelhanças perturbadoras com conhecidos personagens da literatura, o que acabou rendendo ao Gabinete o nome popular de Biblioteca das Almas Esquecidas.

Essa antologia traz histórias de encontros fantasmagóricos dentro da Biblioteca. Quantos segredos se libertam das páginas dos livros e andam livremente pelos corredores do Real Gabinete Português depois que as visitas acabam e as luzes se apagam?

 

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